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por João César das Neves*

Uma eleição é uma coisa séria. A campanha acaba por nunca sê-lo, com todas as tolices de propaganda, piores que anúncios comerciais.

José Sócrates, como o coelhinho das pilhas Duracel, continua a tocar no tambor sem parar. E dura, dura... Na Grécia, Irlanda e até o amigo Zapatero em Espanha, todos entenderam que o tempo chegara e era preciso dar lugar a outros. A simples presença na campanha do Primeiro-ministro que levou o país à ruína é, em si mesma, o facto mais insólito.

O aspecto mais divertido é as «soluções à portuguesa» do licor Beirão, Paulo Futre e pequenos partidos. Como pode o BE dizer que reestrutura a dívida e a CDU que não negoceia com o FMI sem ninguém lhes perguntar os custos dessas alternativas?

Mas o elemento mais revelador veio antes da campanha começar: a autopropaganda postal do Governo. Há semanas todos recebemos em casa uma notável carta do Ministério da Administração Interna dirigida ao Caro(a) Eleitor(a). O impresso inédito explica-nos como descobrir a nossa situação de recenseamento e até inclui um local para a escrevermos.

Os cidadãos são convidados a reproduzir à mão aquele famigerado cartão de eleitor que em 2007 o mesmo ministro prometera que iria desaparecer em 2009. Tratando da eleição que o substitui, esta carta pode ser a última medida deste governo. Ela resume bem os últimos seis anos: um entusiasmo saloio por tecnologia que depois tem de ser emendado à mão.

 

 

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*João César das Neves é professor na Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais (FCEE) da Universidade Católica Portuguesa em Lisboa.

 

Publicado no Destak dia 2 de Junho 2011

 

 

 

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